Sofia havia recebido outra carta, mas dessa vez foi diferente, ela viu quando uma criatura esquisita com olhos esbugalhados, sorriso sarcástico, uma cartola verde enorme, aproximadamente 1,45m de altura, largou a tal carta no correio e saiu correndo. Sofia achou que estava louca pois nunca havia visto durante os seus 14 anos tamanha loucura, mas foi até o correio e pegou a carta, então abriu e leu:
“Sofia, sei que pode achar loucura isso tudo, mas entenda que eu quero o seu melhor. Meu amigo Sócrates lhe entregou essa carta por um único motivo...se você quer descobrir qual, simplesmente passe o dia sem brigar, sem gritar, sem se preocupar, e quando for dormir relaxe, pense em coisas boas, memórias gratificantes, então saberá o motivo pelo qual lhe enviei tantas cartas com perguntas. Ass: /=/=/”
A garota achou esquisito, mas passou o dia sem gritar, brigar, sem se preocupar. Mas na hora de dormir ela realmente teve a tal surpresa, sentiu como se seu corpo estivesse se levantando sem ela poder controlar, flutuou com a sua alma bem alto até sentir algo lhe puxando para baixo com força. Então lembrou quando andou de bicicleta pela primeira vez, os machucados, as risadas... Finalmente chegou ao seu destino, uma sala branca com uma mesa enorme totalmente vazia. Sofia sentou-se na cadeira à espera de alguém, foi então que viu um homem branco com barba e roupas velhas, vindo em sua direção, não soube como agir, mas tentou falar:
Quem é o senhor?
Sou Deus, o Pai de todos vocês lá embaixo!
É sério? - falou gaguejando entre dentes.
Sim.
Bom, mas se você é Deus...tem todas as respostas que precisa, por que me mandou cartas com perguntas se você já tem todas as respostas?
É, sim, talvez eu tenha todas as respostas, mas gostaria de ver isso a partir do ponto de vista de uma garota, é ruim criar algo e não saber o que se passa dentro de sua cabeça, não saber se continua da mesma forma!
Eu não sei o que dizer... - falou Sofia.
Não diga nada criança, volte ao seu corpo. Viva, ame, lute, grite por todos que você ama, é só isso que eu quero que você faça, eu sei que você é forte o bastante para alertar todos sobre as suas forças interiores e o poder que todos vocês têm. Vocês são divinos, espalhe isso e seja feliz!
Como num piscar de olhos Sofia acordou. Ela se lembrava de tudo o que ouviu e tudo o que viu. No final do dia Sofia sentou em sua cama e pensou no que havia presenciado, foi então que percebeu que ela podia mudar a sua vida se acreditasse em todas as palavras que Deus disse. Um ano depois Sofia escreveu uma carta para Deus que dizia:
“Você é divino, você tem todas as armas que precisa, então lute por nós, porque isso tudo se tornou um inferno.
(em resposta a todas as suas perguntas)”
Érica Sena de Lima - turma C14
Blog de divulgação de trabalhos e idéias de estudantes e professores de Filosofia da Escola Municipal Dolores Alcaraz Caldas (Porto Alegre/RS).
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sábado, 8 de outubro de 2011
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Sofia e a foto misteriosa

Aquelas cartas eram muito estranhas, ela não conseguia entender o por que daquelas perguntas e como respondê-las. Ela pensava nas perguntas e vinham na sua cabeça várias respostas diferentes. Como saber qual a resposta certa?
Lá do seu esconderijo ela via a rua. De repente passou o carteiro, ela correu para ver se tinha outra carta na caixa de correio. Ela abriu a caixa e pegou outra carta amarela, ela pensava que naquela carta poderiam estar as respostas para aquelas perguntas difíceis.
Quando ela abriu, tinha uma carta e uma foto estranha. A foto mostrava uma família, mas só até o pescoço, os rostos não apareciam. E no fundo estava tudo escuro, como se tivessem tirado a foto de noite. Sofia se perguntou: por que tirar uma foto que não aparece o rosto?
Ela começou a ler a nova carta. Nela estava escrito: “Sofia, esta foto é de minha família, éramos uma família feliz até que ocorreu um....esquece este assunto. Então, você já conseguiu responder aquelas perguntas? Acho que não.”
Sofia jogou a carta no chão e pegou a foto. Ela reparou que a foto estava apagada, mas por quê? Ela reparou também que a última pessoa da foto tinha uma mão no ombro. E resolveu procurar a outra parte da foto. Mas onde procurar?
Então ela lembrou dos barulhos no mato. No outro dia foi correndo até a mata com a foto na mão. Ela andou muito até que achou um pedaço de papel rasgado e amassado no chão. Ela pegou, desamassou e viu que era mesmo a outra parte da foto, que tinha um homem e aparecia o seu rosto. Era todo deformado. Ela ficou espantada com o rosto daquele homem.
Então ela ouviu um barulho e um homem a pegou e a levou para o mato.
Sua mãe achou que ela estava demorando demais e ligou para a polícia. Dias depois a polícia encontrou o corpo dela e das outras pessoas da foto sem a cabeça, e os dois pedaços da foto. E o corpo do suspeito pelo assassinato com um tiro na cabeça.
E as perguntas continuaram sem respostas.
Carlos Luciano C. da Luz, C16
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sábado, 20 de novembro de 2010
O Mundo de Sofia
Em um bairro muito pobre morava uma garota chamada Sofia. Ela era muito bonita, adorava estudar, adorava histórias, ela lia muitos livros.
Ela morava com sua mãe, seu pai era muito ausente pois trabalhava no mar, e só vinha nos finais de semana.
Sua mãe era muito religiosa, todos os dias ela acendia uma vela e fazia uma oração.
Certo dia Sofia recebeu uma carta, dizendo para ela ir morar em outro lugar, pois algo ruim aconteceria. Sofia saiu correndo, mostrar para sua mãe. A mãe de Sofia se assustou, pois pensou que fosse uma ameaça, mas depois pensou que aquela carta não fazia sentido, pois quem ameaçaria a elas que nunca fizeram mal a ninguém?
Depois de dois dias, nada havia acontecido. No terceiro dia Sofia tinha ido para a escola, e sua mãe foi fazer uma oração. Depois da oração foi até o mercado, depois pegou Sofia na escola, e quando chegou em casa algo terrível tinha acontecido. A casa estava em chamas, depois de algumas horas descobriram a causa do incêndio: teria sido uma vela que queimou a cortina, e o fogo começou. Sofia e sua mãe foram morar com a dona Cecília, vó de Sofia.
Lá ela continuou seus estudos, mas ficou muito triste, tinha perdido todos os seus livros.
Depois de algum tempo Sofia fez 16 anos, e na festa apareceu um rapaz moreno, muito educado e bonito. Seu nome era Carlos, ele era apaixonado por literatura e queria ser escritor, ele tinha a mesma idade de Sofia. Ele convidou Sofia para dançar, ela aceitou.
Depois de algum tempo, eles começaram a namorar, ele começou a escrever seu primeiro livro. Sofia perguntava sobre o que era a história. Ele não respondia.
Alguns anos depois, resolveram se casar. A mãe de Sofia e seu pai deram a benção, eles fizeram uma festa muito bonita.
Alguns anos depois, Sofia com 23 anos estava grávida. Depois de quase 10 meses nasceu Eliza. Então Eliza começou a ficar com a mãe de Sofia, pois ela trabalhava de garçonete e Carlos de servente de pedreiro.
Depois de algum tempo, Carlos publicou seu primeiro livro, que conta a história de vida de sua família.
Jackson Belmonte Gomes, C13
Este texto é uma sequência criada para a história de Jostein Gaarder, "O Mundo de Sofia". É um tema de casa das turmas de C10 da Escola Dolores Alcaraz Caldas, de Porto Alegre.
Ela morava com sua mãe, seu pai era muito ausente pois trabalhava no mar, e só vinha nos finais de semana.
Sua mãe era muito religiosa, todos os dias ela acendia uma vela e fazia uma oração.
Certo dia Sofia recebeu uma carta, dizendo para ela ir morar em outro lugar, pois algo ruim aconteceria. Sofia saiu correndo, mostrar para sua mãe. A mãe de Sofia se assustou, pois pensou que fosse uma ameaça, mas depois pensou que aquela carta não fazia sentido, pois quem ameaçaria a elas que nunca fizeram mal a ninguém?
Depois de dois dias, nada havia acontecido. No terceiro dia Sofia tinha ido para a escola, e sua mãe foi fazer uma oração. Depois da oração foi até o mercado, depois pegou Sofia na escola, e quando chegou em casa algo terrível tinha acontecido. A casa estava em chamas, depois de algumas horas descobriram a causa do incêndio: teria sido uma vela que queimou a cortina, e o fogo começou. Sofia e sua mãe foram morar com a dona Cecília, vó de Sofia.
Lá ela continuou seus estudos, mas ficou muito triste, tinha perdido todos os seus livros.
Depois de algum tempo Sofia fez 16 anos, e na festa apareceu um rapaz moreno, muito educado e bonito. Seu nome era Carlos, ele era apaixonado por literatura e queria ser escritor, ele tinha a mesma idade de Sofia. Ele convidou Sofia para dançar, ela aceitou.
Depois de algum tempo, eles começaram a namorar, ele começou a escrever seu primeiro livro. Sofia perguntava sobre o que era a história. Ele não respondia.
Alguns anos depois, resolveram se casar. A mãe de Sofia e seu pai deram a benção, eles fizeram uma festa muito bonita.
Alguns anos depois, Sofia com 23 anos estava grávida. Depois de quase 10 meses nasceu Eliza. Então Eliza começou a ficar com a mãe de Sofia, pois ela trabalhava de garçonete e Carlos de servente de pedreiro.
Depois de algum tempo, Carlos publicou seu primeiro livro, que conta a história de vida de sua família.
Jackson Belmonte Gomes, C13
Este texto é uma sequência criada para a história de Jostein Gaarder, "O Mundo de Sofia". É um tema de casa das turmas de C10 da Escola Dolores Alcaraz Caldas, de Porto Alegre.
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